Desfrutando o verdadeiro Amor.
Durante o ano de 2008 foram noticiadas em nossas casas situações trágicas, desastrosas, dramáticas e dolorosas, que muitos de nós acompanhamos perplexos. A morte do João Hélio, o caso de Isabella Nardoni, recentemente o caso de menina Elooh, e também a jovem Monique. Todos esses casos com exceção do João Hélio nos mostram certo “amor” que nós não conhecemos. Um sentimento doentio, egoísta, imaturo, inconseqüente, bruto, assassino... Mas afinal de contas esse é o verdadeiro amor? Deixe a Bíblia responder:
A Palavra de Deus nos fala sobre o amor: “O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor”. “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece”. “Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos”. “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor”. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (Rom. 13:10; I Cor. 13:4; I Jo. 3:16; I Jo. 4: 7-8; Jo. 3:16).
Fica claro que esse sentimento citado na Bíblia não tem nada parecido com as situações citadas no início. O amor verdadeiro é algo puro, que se doa pelo outro, e não o extermina. Pode-se creditar a essas brutalidades patologias ou até mesmo possessão, mas o fato é que o verdadeiro amor não gera medo, pavor, desespero, conforme I Jo. 4:18 “No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor”.
Num mundo que “jaz no maligno”, somos desafiados por Deus a vivermos o amor verdadeiro, aquele nos ensinado por Yaweh quando entrega seu próprio Filho na cruz por amor de tantos outros. Somos constrangidos por Cristo a viver o amor de I Cor. 13. Um amor genuíno, que vem direto de Deus, porque Deus é amor. Um amor não condicionado à nossa vontade, mas ao bem-estar do outro. Um amor puro. Um amor verdadeiro.
Viva o amor do Deus da Palavra cumprindo a Palavra de Deus.
Pr. Marcello Matias
http://prmarcello.blogspot.com
A Palavra de Deus nos fala sobre o amor: “O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor”. “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece”. “Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos”. “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor”. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (Rom. 13:10; I Cor. 13:4; I Jo. 3:16; I Jo. 4: 7-8; Jo. 3:16).
Fica claro que esse sentimento citado na Bíblia não tem nada parecido com as situações citadas no início. O amor verdadeiro é algo puro, que se doa pelo outro, e não o extermina. Pode-se creditar a essas brutalidades patologias ou até mesmo possessão, mas o fato é que o verdadeiro amor não gera medo, pavor, desespero, conforme I Jo. 4:18 “No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor”.
Num mundo que “jaz no maligno”, somos desafiados por Deus a vivermos o amor verdadeiro, aquele nos ensinado por Yaweh quando entrega seu próprio Filho na cruz por amor de tantos outros. Somos constrangidos por Cristo a viver o amor de I Cor. 13. Um amor genuíno, que vem direto de Deus, porque Deus é amor. Um amor não condicionado à nossa vontade, mas ao bem-estar do outro. Um amor puro. Um amor verdadeiro.
Viva o amor do Deus da Palavra cumprindo a Palavra de Deus.
Pr. Marcello Matias
http://prmarcello.blogspot.com








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