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segunda-feira, julho 12, 2010

Ciúmes... Bom ou ruim!?

Fico analisando alguns relacionamentos em seu início, começo e, às vezes, fim. Percebo que, por muitos momentos, o fator preponderante do desgaste entre o casal é o ciúme. Ciúme Obsessivo.

Entendo e compreendo o cuidado e zelo que deve haver entre o casal, mas em muitos casos esse ciúme se torna obsessão e patologia (doença).
Ciúme obsessivo é normalmente fruto de insegurança. Não existe plena certeza do futuro do relacionamento, seja por diferença de idade, de pensamento, religiosa, cultural, social...
E por isso é tão importante um relacionamento que se inicie com toda a transparência possível. É preciso deixar claro aquilo que você já viveu  e o que espera do relacionamento, o que gosta, o que não gosta... Um relacionamento precisa iniciar-se com confiança e sinceridade.

Amor não surge do nada. Constrói-se. Paixão é desejo, vontade, libido e é bom. Mas é passageira. Da mesma forma repentina que surge, some com o tempo. A paixão deve ser parceira do amor. A paixão vem e vai. O amor permanece para sempre.  “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.” I Cor. 13:13

Entenda que o amor não tem nada haver com ciúme obsessivo. Quem ama confia, acredita. O relacionamento saudável é aquele que, na prática diária do amor, aprende com seus erros e cresce junto com o outro. A relação saudável respeita o espaço do outro, sua individualidade. Compreende que não pode ter o outro apenas pra si e seus interesses. Compartilha-o com o mundo. Tem orgulho na postura do outro, confia no seu amor e naquilo que construíram juntos, de forma que, ainda que situações perigosas surjam ou apareçam não se desespera, nem entra em pânico.

Quem ama tem medo de perder sim, mas entende que isso está atrelado a vontade de Deus, do outro e daquilo que cultivaram juntos. Depende exatamente daquilo que investiu ou tem investido no relacionamento. E, muita das vezes, Deus, em sua Santa Sabedoria, rompe os laços de um relacionamento aparentemente perfeito, tendo em vistas o futuro que a Ele é descoberto.

O ciúme obsessivo gera medo, constrangimento, mal estar, ameaças, raiva, rancor, discórdia... E por aí vai. Torna o outro refém de seus sentimentos egoístas, paranóicos e descontrolados.
Se você percebe alguma semelhança na sua relação busque ajuda. Existem psicólogos cristãos aptos para ajudá-lo a redescobrir o controle de seus sentimentos, a amar o outro como ele merece.
Ame sim. Mas ame de verdade. Ame sem medo, sem culpa. Ame confiando.

Pr. Marcello Matias.
Pastor auxiliar da SIB de Rio Bonito

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