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sábado, junho 05, 2010

A batalha é constante.

“Mas esmurro meu corpo e o soco, reduzindo-o a escravidão, para que, tendo eu pregado a outros, eu mesmo não seja reprovado” I Cor. 9:27

Nessa vida de crente há 20 anos já passei por muita coisa. Converti-me com 9 anos, solicitei meu batismo aos 10 anos... Hoje tenho 29. Conheci cedo a Jesus e o prazer de servi-lo. Mas descobri também o quão difícil é segui-lo. Não é fácil ser adolescente crente. Não é fácil ser jovem crente. As tentações do mundo, a própria natureza do homem, tudo isso gera uma batalha constante. Hoje, já há 3 anos consagrado ao ministério da Palavra, depois de 4 anos de seminário, as lutas continuam. E vão continuar sempre. E amém por isso.
Paulo, em um relato singular, fala de uma batalha diária e pessoal. Uma guerra pra viver diariamente aquilo que pregava. O texto diz que “esmurro e soco meu corpo”, dando a impressão certa de uma briga intensa contra sua própria natureza pecaminosa. De fato, essa batalha não ocorre só com líderes (pastores), mas ocorre na vida de todo o crente. O problema é que, muita das vezes, não queremos lutar. Entregamos-nos, cedemos, abrimos concessões, e o pecado toma o lugar.
A batalha é real e intensa. Foi por isso que Jesus disse a Pedro e aos outros: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” Jesus falava sobre a importância da comunhão com Deus para sucesso em meio às lutas da vida. Ele havia orado por horas, mas percebeu que os discípulos não puderam o aguardar acordados. Em outras palavras, Jesus disse que a oração é uma das armas principais na luta contra a nossa natureza de pecado. A outra arma é a Palavra de Deus.
Aos efésios, Paulo fala da Armadura de Deus para a batalha contra o pecado. O capítulo 6 traz os componentes da mesma. Devemos estar preparados para lutarmos contra o pecado, num pleito que é diário.
Nosso testemunho é tão importante quanto aquilo que pregamos. É imprescindível atentarmos para esse fato. É verdade que nem sempre acertamos. Mas precisamos tomar as palavras de Paulo para nós, aplicando-as em nossa vida. “... esmurro meu corpo e o soco, reduzindo-o a escravidão...”
Como numa guerra, Pedro disse que “... o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar...”. Precisamos sempre vigiar e cuidar, para que sejamos verdadeiramente obreiros aprovados. E para isso, Deus está conosco.

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” II Tim. 2:15

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