Há um hino cuja poesia nos conduz a dizermos não para a tristeza que volta e meia tenta nos assolar. Ele começa assim:“Oh não consintas tristezas, dentro do teu coração, tendo fé firme no Mestre, segue-O sem hesitação. Não consentir, não consentir, Que qualquer dor ou tristeza, venha apagar teu amor. Oh não temer, nunca ceder, Em teus apertos te lembra, que Cristo é teu Protetor.”
Tem misericórdia de mim, ó SENHOR, porque estou angustiado. Consumidos estão de tristeza os meus olhos, a minha alma e o meu ventre. Porque a minha vida está gasta de tristeza, e os meus anos de suspiros; a minha força descai por causa da minha iniqüidade, e os meus ossos se consomem.
Todos nós ficamos tristes devido aos problemas da vida. A morte de um ser querido, a perda de um emprego, saúde debilitada, relacionamentos partidos, culpa, pecados não confessados, etc. De fato, muita coisa colabora para ficarmos tristes e angustiados. É bom considerar que a tristeza quando não controlada, ou seja, quando assume o controle não sendo administrada por nós, tende a se tornar uma depressão que pode evoluir para um grau de severidade muito sério.
Como afirmei no início deste artigo pastoral, o autor do hino disse para que tivéssemos atitudes não consentindo que a tristeza tome conta de nós e apague o nosso amor. Ele não disse que nunca teríamos tristeza; ele disse para não consentirmos que ela tome conta e apague as coisas boas que Deus tem feito.
Algumas atitudes são importantes no processo de não consentir que a tristeza tome conta. Primeiro, procure racionalmente saber a causa da tristeza. Em segundo lugar, sempre que possível procure alguém de confiança com quem possa compartilhar e ouvir alguma palavra de apoio. Junto a isto desfrute dos momentos de Terapia da Alma que a PIB de Moça Bonita disponibiliza as quartas-feiras as 19h45, em especial na próxima quarta-feira, quando estarei abordando o problema da tristeza.
Extraído: http://www.pibmbonita.com.br/index.php?ref=dadospastorais&uid=51








Matias







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